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As pequenas decisões de nossos filhos


Minha filha Isabela recentemente completou oito anos, e de um tempo para cá, comecei a perceber como ela estava tomando várias decisões sozinha. Não era somente as triviais, como o que vestir, ou o que comer. Era pedir para ir embora, quando já estava cansada, ou não ir em um local, quando não estava disposta.


E foi uma dessas decisões que ela tomou, que me impactou profundamente.


Isabela sempre participou das oficinas de artes de nossa Igreja desde seus cinco anos. Sempre alegre, querida e educada com todos, o nosso intuito era que ela se “formasse” em sua oficina principal, até ir para o próximo ministério da nossa Igreja, que já não era mais o infantil, por assim dizer.


Porém, um dia, ela abriu o seu coração para mim e pediu para não participar mais. Em sua conversa, que parecia tão adulta ao meu ver, ela me listou três motivos bem pontuais os quais faziam com que ela quisesse dar uma pausa ou, se fosse da minha autorização, parar de participar.


Não houve um dos três motivos nos quais, em sua pequena sabedoria, eu como adulta, pude refutar e por isso meu coração doeu. Ela estava crescendo! Aquele pequeno ser tão fofinho e enrrugadinho que me fora entregue a quase oito anos atrás na maternidade, já tinha vontade própria e sabia como ninguém colocar em xeque suas indagações.


Minha primeira reação foi negar, como qualquer mãe faria. Mas, uma voz ecoou dentro de mim que eu precisava ouvi-la! Ela estava se abrindo comigo, seu parecer era coerente e ela sempre participou com amor de tudo o que ela se envolvia. E percebi que a dor maior era minha, eu não queria deixá-la sair, eu gostava de vê-la cantando, eu me orgulhava de vê-la no palco e quando eu percebi, o meu “eu” estava sendo levado muito mais à sério do que a vontade e sentimentos dela.


Ao levar somente em conta o meu lado mãe, que se rejubilava em vê-la no palco cantando, eu estava esquecendo daquela pequena garota, tão cheia de vontades, garra e alegria, que compartilhou comigo tão espontaneamente, precisando ser amparada.


E, com isso, eu compreendi que a maternidade realmente é feita de fases, etapas e precisamos ser sábias para galgar degrau por degrau. Algumas vezes, tal qual um pequeno passarinho em nossas mãos, precisaremos deixá-los voar, abraçá-los e deixá-los ir e, com isso, meu coração se exultou, em seu crescimento sadio, que compartilhou em vez de calar, que confiou em vez de dar lugar ao medo, que em seu puro amor, precisava que eu a compreendesse e não a julgasse.


E a sabedoria que vem do alto está em muitas vezes apoiarmos suas decisões, outras, mostrarmos à eles que, naquele momento, é preciso continuar, sem pausar, através de uma negação. E sempre colocarmos Deus adiante de nós, pois é Ele que nos capacita para tomarmos as decisões que nos sustém.


"Porque o Senhor dá a sabedoria, e da sua boca vem o conhecimento e o entendimento." Prov 2:6


Com amor, Denise.



Gratidão pela vida de Denise Stankevicz Corrêa, que nos trouxe tanto através de suas palavras ao longo desse caminho com o MOPS.

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