UA-142702713-1 Como a paternidade mudou meu casamento
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Como a paternidade mudou meu casamento


Derek segurou nossa bebê primeiro. Eu não pude. Eu estava tremendo pelo trabalho de parto, devido há tantas drogas que foram colocadas no meu corpo. Além disso, eu estava inclinada para um lado da cama do hospital vomitando num balde de plástico azul. Eu não pude segurá-la enquanto aquilo estava descendo (ou melhor subindo). Não era exatamente como eu havia imaginado meus primeiros minutos de maternidade. De maneira nenhuma. Mas através de toda esta confusão eu me lembro do Derek sentando no peitoril da janela da sala de parto olhando para o embrulho que eu tinha acabado de dar a luz.

Nós não tínhamos ideia naquele dia de que criar uma pequena pessoa juntos nos mudaria tanto.

Porque sim, a maternidade me mudou e ser pai mudou o Derek. Então se nós dois

estávamos diferentes como resultado, porque eu estava surpresa do nosso relacionamento ter mudado também? Nós simplesmente não éramos mais as mesmas pessoas que éramos naquele dia do hospital há tantos anos.


A vida de pais que eu havia imaginado para nós antes de termos filhos, envolvia "snapshots" de pura felicidade. Nós tivemos nossos momentos que coincidiram com minhas fantasias, mas nós também tivemos muitas coisas tediosas para gerenciar na vida familiar. Lidar com as contas do hospital, financiamento de nossa casa e ter quem cuide das crianças enquanto nós dois estamos trabalhando. Meus sonhos para nós não incluíam como o estresse nos moldaria ou o desapontamento ou a rotina. Nós nem sempre mudamos em direção um do outro, os típicos conflitos tiveram suas aparições regulares. Mas nós nos conhecemos melhor e respeitamos um ao outro mais devido aos momentos difíceis.


Juntos compartilhamos algo que não podemos compartilhar com mais ninguém no

planeta: somos pais das mesmas crianças. Ele é a única pessoa que aprecia as peculiaridades delas, celebra suas conquistas e quer o melhor para elas tanto quanto eu. Nós trazemos as nossas diferenças de personalidade, experiências de vida e opiniões para dentro da disciplina diária e da tomada de decisões, mas não podemos deixar de amar a outra pessoa quando se trata das nossa filhas. E meu coração quer explodir por conta dessa alegria exponencial.


Quando os acessos de raiva vêm e a desobediência é evidente, e eu quero proteger o mundo do mau comportamento das minhas filhas, eu sei que ele as ama exatamente como eu. No meio da noite, quando uma menina acorda doente e eu estou massageando as suas costas, ele tropeça para dentro da sala e massageia as minhas.

Quando há decisões a serem tomadas sobre o jardim da infância, sobre dormir fora de casa, ou quando comprar um celular para as gêmeas, eu não estou sozinha. Quando não há palavras para descrever quão orgulhosa eu estou quando uma das meninas encara o medo com determinação e coragem, eu simplesmente preciso olhar para o outro lado da mesa, nos olhos da única pessoa que entende aquilo. A paternidade nos fez compartilhar estas crianças.

Nós dois fomos moldados pelos anos que estivemos criando nossas meninas. E eu queria que alguém tivesse me dito naquele dia na sala de parto, quando a maternidade não estava começando da maneira que eu queria ou achava que seria, que faria total sentido o Derek segurar ela primeiro. Eu a carreguei por nove meses, embalei-a entre os meus quadris. Ele precisava da chance dele também. Até aquele momento eu tinha sido a única pessoa que cuidava dela. Eu ainda não estava pensando como nós.


Eu entrei na maternidade esperando que ela me mudasse. Que mudasse ele. Eu

simplesmente não esperava que ela nos mudasse.



Alexandra Kuykendall

Como uma mãe de quatro meninas, os dias de Alexandra Kuykendall são gastos com louças para lavar, dirigindo para e de diferentes escolas e procurando encontrar uma melhor solução para o dilema das roupas para lavar. Ela é autora do “Amando minha vida atual, uma experiência em apreciar o que está bem a minha frente” e “A Filha do artista, uma memória”. Um menina da cidade no coração, ela faz sua casa na sombra do centro de Denver. Você pode ler mais dos pensamentos de Alex todos os dias e se conectar com ela através do site AlexandraKuykendall.com


Tradução livre para MOPS Brasil. Link original mops.org/blog

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