UA-142702713-1 Conflito gera intimidade

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Conflito gera intimidade


Foi isso que eu e meu marido ouvimos anos atrás, vez após vez, enquanto começávamos nosso namoro. Nós estávamos trabalhando com um grupo para adolescentes e estávamos cercados por conflito – sobre hora de voltar para casa, roupas, palavras impróprias e sexo. Coisas sobre as quais todos os adolescentes normalmente lutam com seus pais.


É engraçado como fomos colocados em uma posição de agir como pais substitutos de adolescentes com traumas de vida tão extensos; não engraçados do tipo “ha ha ha”, mas do jeito “nós estamos em nossos vinte e poucos anos e como é possível que a gente tenha experiência de vida suficiente?”. Em meio a toda essa angústia adolescente Derek e eu fomos lembrados por nossos superiores de que “conflito gera intimidade”. Nós nos apegamos à ideia de que poderia haver um propósito maior para todas aquelas brigas.


A premissa por trás de dizer-se isso é: Se você pode passar pelo conflito e resolvê-lo bem, seu vínculo será mais forte do que antes da discussão.

Resolver bem o conflito, com amor e respostas sinceras é a chave. Romper a barreira para chegar ao outro lado mostra a ambas as partes que o relacionamento pode sobreviver a um desentendimento e que se pode confiar que a outra pessoa ficará por perto, mesmo quando os problemas são difíceis.

É o essencial, da vida real, “Eu me importo com você.” De fato eu me importo tanto com você que estou disposto a fazer o trabalho árduo de me recusar a ir embora e permanecer desconfortável até que as coisas melhorem.


Ter essa premissa como a base da resolução de conflitos enquanto estávamos namorando influenciou nossos desentendimentos conjugais. Isso soa tão bem, não? Desentendimentos conjugais. Também conhecidos como discussões. Lutas. Mágoas. E lágrimas.


Todas essas coisas acontecem e elas raramente são civilizadas. Elas são cheias de emoções, defensivas e culpa – nada de passos em direção à intimidade.

Essa ideia de conflito como caminho para intimidade também influenciou nossa paternidade. Podemos usar os desentendimentos com nossos filhos para estreitar nossos vínculos com eles. A chave é perseverar nos momentos difíceis – as birras, a bateção de porta, os xingamentos – para mostrar graça. Para demonstrar como devem acontecer em relações completas. Devemos amar além das dificuldades.


Então como você enfrenta os sentimentos a fim de obter a reconciliação? Isso requer prática e humildade. Uma postura de “Eu quero o que é melhor para o nosso relacionamento mais do que quero ganhar essa briga.” Deixe-me ser clara, não estou falando sobre relacionamentos controladores ou abusivos aqui. Mas de duas pessoas mutuamente amorosas, ambas falhas e imperfeitas, mas que querem fortalecer o relacionamento e estão dispostas a reconhecer seus próprios erros. Não é um processo tranquilo ou fácil. Mas sempre vale a pena.


Aqui está o que aprendi e que ajuda quando as defesas estão se levantando e a raiva está aumentando.


Atente-se para a mágoa

Geralmente o mote da discussão não é aquilo que aparenta ser. Há questões centrais que ficam ocultas. Acaba que uma batalha sobre quem vai lavar a louça é, na verdade, um conflito sobre valorizar o tempo um do outro. E se você tirar ainda mais camadas, é, na verdade, sobre valorizar a outra pessoa em geral. Fique atento aos sentimentos por detrás do aparente motivo da discussão para saber o que realmente está incomodando a outra pessoa.


Assuma a responsabilidade

Isso pode ser tão difícil porque, frequentemente, queremos assumir a nossa responsabilidade apenas se a outra pessoa assumir a dela também. Aqui é onde a humildade entra. Admitir seus erros sem a expectativa de que a recíproca será verdadeira, simplesmente porque é a coisa certa a ser feita, e a outra pessoa precisa ouvir isso. A verdade é que, em quase todos os conflitos que eu tive (com adultos), quando eu fui a primeira a admitir meus erros, a outra pessoa logo assumiu os seus.


Peça perdão

Quando magoamos alguém não é suficiente reconhecer que magoamos, precisamos pedir perdão. Isso demonstra arrependimento da sua parte. Que sentimos muito por qualquer dor que tenhamos causado. E este passo é crucial para mover-se em direção à intimidade. É a parte do processo que diz “você é mais importante para mim do que minha própria teimosia.”


Pergunte como você pode fazer melhor

Nossos comportamentos mais destrutivos, quando se trata de relacionamentos, são normalmente padrões que seguimos conforme as nossas experiências passadas, porque nossos instintos nos impelem a brigar. Se pedimos perdão e rapidamente repetimos nosso comportamento danoso, não estaremos demonstrando um compromisso de fazer melhor. Peça para ouvir o que outra pessoa tem a dizer. Sou frequentemente surpreendida acerca de como reformular uma pergunta ou comentário teria feito uma grande diferença em como minhas palavras teriam sido recebidas.


Seja no casamento, na maternidade ou em outros relacionamentos, permitir que a outra pessoa saiba que você está disposto a suportar o conflito porque o relacionamento importa faz toda a diferença. Quando as emoções ganham grandes proporções, comece por parar e escutar. Faça uma auto-avaliação honesta e acerte as coisas. Essa é a parte de amar as pessoas que é plenamente difícil e que vale plenamente a pena.


Alexandra Kuykendall



Alexandra Kuykendall é mãe de quatro meninas, de 3 a 12 anos, Alexandra Kuykendall passa seus dias lavando louças, dirigindo até diferentes escolas e tentando achar uma solução melhor para o dilema das roupas para lavar. Ela escreve para capturar os lugares em que a maternidade se encontra com a vida cotidiana para lembrar os pequenos, mas significativos, momentos em meio à confusão. Ela é autora e atua como Editora de Conteúdo Especial para o MOPS Internacional. Uma garota da cidade de coração, ela fez seu lar na sombra do centro de Denver. Você pode ler mais dos pensamentos do dia a dia da Alex e contatá-la no AlexandraKuykendall.com.


Tradução livre por MOPS Brasil. Texto original no link