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Perfeitamente Imperfeita



Enquanto crescia através de uma serie de mensagens implícitas e explicitas, eu acreditei que era necessário ser aceita, amada e escolhida. Em outras palavras eu precisava ser perfeita.

Eu não podia mudar as sardas da minha pele (pele que eu considerava completamente imperfeita) ou a aparência do meu rosto (eu também não estava muito feliz a respeito disso) mas eu podia mudar outras coisas. O formato do meu corpo para ser mais precisa.

Meu objetivo era  ter o corpo perfeito, e eu estava literalmente disposta a passar fome para conseguir isso.

Levou menos de dois anos de restrição de comida para eu me tornar anoréxica. Levou mais de dez anos para desfazer os danos causados por isso.

Eu não sabia que querendo alcançar um padrão perfeito,  também significava que esperava que todos ao meu redor tivessem as mesmas expectativas. E não era só a comida e a imagem corporal que eu sentia que precisava ser perfeita, mas minha vida acadêmica, minha casa, meu carro e ate mesmo meu marido.

Quando o meu mundo desmoronou ao meu redor, na noite que eu percebi que meu marido não tinha olhos somente para mim. Foi quando a minha vida perfeita deu uma derrapada.

Eu pensei que perfeição em todas as coisas me traria paz, felicidade, plenitude e realização.

Eu estava terrivelmente enganada.

Meu marido deu o primeiro passo para recuperar o nosso casamento. Eu permaneci por raiva. Assistindo, esperando, me lamentando, imaginando como isto tinha acontecido com a minha vida perfeita. Como ele pode me trair com imagens que ele via no computador e mulheres da Internet que ele encontrava? Eu achava que eu era perfeita. Por que ele não queria somente a mim?

A medida em que caminhávamos através do primeiros anos da nossa recuperação, eu retornei ao familiar controle que eu tinha tido sobre a comida. A única coisa que eu conseguia controlar. A única coisa que eu acreditava iria me fazer sentir aceita, escolhida e completa. Quando isto não funcionou, eu tentei usar minha carreira para ser aceita. Isto certamente iria me permitir ter uma vida completa.

Eu esta errada novamente!

Foi somente no sexto ano da nossa recuperação na qual meu marido tinha feito a maior parte do trabalho, eu na verdade tinha feito muito pouco, que eu consegui ver o que e ser uma pessoa completa.

E eu vi isto no meu marido.

Ele estava vulnerável a arriscou se deixar conhecer pelos outros. Ele tinha esta confiança, paz e alegria que vinham de dentro.

Eu vi isto, eu queria isto. Eu queria arriscar me deixar conhecer; ser completamente conhecida. Mas eu não sabia como ou por onde começar.

Começou de uma maneira pequena para mim, um grupo de mulheres que queria conversar a respeito das partes mais erradas e feias da vida delas. Era um lugar seguro onde eu testei ser vulnerável e me conectar completamente com outras mulheres. Eu ganhei confiança para tentar isso no meu casamento, com o homem me magoou mais do que qualquer outra pessoa. Anos mais tarde, algumas de nos ainda se encontram para compartilhar as nossas dificuldades pessoais.

Foi através do compartilhamento do que era feio e imperfeito em mim- meus maiores medos- as coisa pela quais eu me envergonhava, os erros que eu tinha cometido que eu na verdade comecei a me sentir inteira, completa.

Eu achava que para ser inteira, plena , eu tinha que ter uma vida perfeita. Eu estava muito errada.

Hoje eu acredito que realização e plenitude vem de aceitar a minha imperfeição. Isto vem de trazer o meu lado feio para a luz para os outros verem. Vem de aceitar os outros exatamente como são, e não colocar expectativas que não são reais neles. E também vem de me aceitar exatamente onde eu estou.( E realmente, e muito mais que aceitação, e amar ate mesmo as sardas na minha pele) Isto vem de aceitar que Deus me ama como eu sou.

Aceitar minha imperfeição. Trabalhar intencionalmente para me conectar com Deus e comigo mesma e com os outros. Isto e viver uma vida plena e realizada.



Shelley Martinkus ama encorajar mulheres e tem um lugar especial no seu coração para mulheres que passaram pela mesma situação que a dela. Ela é palestrante, escritora e blogger. O seu primeiro livro, Resgatada, foi lançado em 2015, e é uma guia para ajudar mulheres a superar uma traição conjugal. Ela tem orgulho de chamar Denver de lar, onde mora com seu marido Jason, e seus três meninos. Uma das coisas que ajudam Shelley a sobreviver são as corridas pelo Park Wash e as longas conversas com seu marido depois que os meninos estão na cama.



Tradução livre para MOPS Brasil. Por Silvia Passarelo

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